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Descobrir o Porto: Casa da Música

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A primeira arte tem lugar privilegiado no Porto, em Portugal. A Casa da Música, situada na Avenida da Boavista, é a principal sala de concertos da cidade, sendo também um ícone da arquitetura contemporânea.

A Construção

O edifício foi projetado por Rem Koolhaas, Pritzker Prize e Prémio de Arquitetura da União Europeia Mies van der Rohe. Foi o arquiteto holandês, fundador do OMA (Office for Metropolitan Architecture) em 1975, que venceu o Concurso de Arquitetura para o projeto da Casa da Música.

Tudo começa quando em 1998 as cidades do Porto e de Roterdão são escolhidas como Capitais Europeias da Cultura. Um dos principais objetivos para a cidade do Porto residiu na criação de programas artísticos, sociais e educativos, o que se traduziu na construção de uma “residência para a Música”.

A escolha do projeto da autoria de Rem Koolhaas não ficou afastada de polémica, mas era este que permitia “uma adaptação universal dos espaços internos e externos do edifício, uma linguagem fluente e coerente na utilização de materiais de fácil manutenção e, acima de tudo, uma singularidade formal”.

Um exemplo da singularidade da construção é a utilização de paredes de vidro ao longo da sua fachada. O objetivo era que a população da cidade pudesse ver o que se passa dentro do edifício ao longo do dia. Rem Koolhaas pretendia que a Casa da Música não fosse apenas parte da vida cultural mas também da vida social do Porto.

A Sala Suggia é o seu espaço mais icónico e, pela preocupação de manter a sua acústica, foi usado um vidro curvo na construção. Sendo o vidro um material que reflete o som, isto permite que este seja refletido em múltiplas direções, melhorando assim a experiência de todos os que assistem a espetáculos musicais.

A Casa da Música foi inaugurada em 2005, 4 anos depois do previsto, e o concerto de abertura contou com a presença dos Clã e Lou Reed.  Dois anos mais tarde foi atribuído à Casa da Música o prémio do Instituto Real dos Arquitetos Britânicos (RIBA), sendo o edifício classificado como “intrigante, inquietante e dinâmico”.

A Crítica

Além da polémica em 1999, os habitantes do Porto não estavam satisfeitos com a construção do edifício. A demolição do antigo terminal de elétricos situado no local, e a opinião de que a Casa da Música não se enquadrava com os edifícios envolventes foram os argumentos mais utilizados.

Siza Vieira disse numa das suas aulas que se tratava de um “magnífico projeto”, mas mal localizado. No entanto, a arquitetura do edifício foi aclamada internacionalmente.

 “O projecto mais atraente que o arquitecto Rem Koolhaas já alguma vez construiu.”

“Um edifício cujo ardor intelectual está combinado com a sua beleza sensual.”

“Olhando apenas o aspecto original do edifício, verifica-se que esta é uma das mais importantes salas de espectáculos construída nos últimos 100 anos.”

Nicolai Ouroussoff, crítico de arquitetura do New York Times

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